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A dor na coluna é uma das principais queixas nos hospitais. Segundo dados da Organização Mundial da Saúde (OMS), cerca de 80% da população terá ao menos um episódio de dor nas costas ao longo da vida. 
 
Além de ser a mais ouvida entre os ortopedistas, a queixa também representa um terço das queixas reumatológicas, estando em segundo lugar no ranking de motivos mais comuns das idas ao clínico geral – ficando atrás apenas das dores de cabeça.
 
E para um real diagnóstico, os exames de imagem têm uma importante participação. Por meio destes, o médico é capaz de identificar o local exato do problema e indicar um tratamento adequado. A boa notícia é que isso ajuda na resolução de forma clínica, sem precisar de cirurgia.
 
Além de amenizar a dor, consultar um médico é fundamental para evitar maiores complicações devido a dores nas costas. 
 
Diagnóstico precoce é essencial
 
A ida ao médico e a realização dos exames, para um bom acompanhamento e tratamento da dor, é fundamental para a saúde do paciente. Afinal, quando não tratados adequadamente, alguns casos podem evoluir para lesões mais intensas e duradouras – o que pode levar a uma lesão definitiva.
 
Dados do INSS mostram que a dor nas costas está entre os principais motivos de invalidez no Brasil. Por isso, o ideal é evitar que se tenha este problema.
 
Ressonância Magnética
 
Esse exame de imagem é um dos melhores amigos do ortopedista. É por meio da ressonância magnética que é possível avaliar se as partes moles foram afetadas, como um disco intervertebral, que causa dores intensas ou agudas. Quando isso ocorre, há a compressão dos nervos ou medula – levando aos sintomas.
 
A ressonância magnética é indicada nesses tipos de sintomas, pois é o único exame de imagem capaz de detectar alterações em todas as partes da coluna, sejam ósseas ou não ósseas. 
 
Tomografia computadorizada também auxilia no diagnóstico
 
Por meio da tomografia, o médico será capaz de investigar traumas, fraturas, tumores, metástases ósseas, artrose e compressão da medula. Além disso, este exame também pode ser solicitado em casos em que o paciente não é elegível para a realização da ressonância magnética – como em pessoas com a coluna com pinos e parafusos metálicos.